25 anos sem Zeca Afonso




Faz hoje (23/02) 25 anos que o Zeca sucumbiu à doença, deixando-nos - a todo um país - a braços com um legado complexo, a que não foram indiferentes os amigos e admiradores, nem os detratores e adversários políticos. Um legado musical, um vasto campo lírico para além das cantigas, uma atitude na vida, uma personalidade rara de homem íntegro.
Saiu da Glória (Aveiro) para o mundo, e palmilhou-o numa postura interventiva, não se contentando em contemplá-lo. Ousou mudar as coisas, as pessoas, a sociedade. Agarrou a vida pelos cornos e lidou-a com ardor, recusando desgraças e impossíveis.
José Afonso, cidadão, compositor, poeta, cantador, olhou-nos sempre de maneira frontal, convidando-nos a ir em frente, em sobressaltos mas não a medo. Exigente com os outros não mais do que consigo próprio, elevou por diversas vezes o mister das canções a um objetivo sublime.
Primeiro com a canção coimbrã - quando estudante do liceu e da universidade -, de companhia com o Adriano Correia de Oliveira, o Manuel Alegre, o José Niza, o Durval Moreirinhas, o Godinho e outros que desandaram dos fados e guitarradas para criar um movimento espontâneo, mas amadurecido, esboço do que seria, em breve, a canção de intervenção política contra a ditadura, contra a sociedade fascista, policial e castradora.



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Morre neta de D. Miguel - o absolutista


Maria Adelaide de Bragança van Uden, neta do rei D. Miguel, morreu esta sexta-feira na Caparica, aos 100 anos. Maria Adelaide integrou a resistência austríaca aos nazis, esteve presa e veio viver para Portugal, onde criou a Fundação Nun'Álvares Pereira para apoio aos carenciados.

Maria Adelaide de Bragança é tia do actual duque de Bragança, Duarte Pio de Bragança, filha do exilado D. Miguel, da linha dinástica banida de Portugal pela Convenção de Évora Monte, de 1834, após a derrota do rei D. Miguel pelas tropas liberais que apoiavam o irmão, D. Pedro IV, que proclamou a independência do Brasil, e sua filha, D. Maria II.
Detida pelas tropas nazis, tendo sido salva de fuzilamento 'in extremis' após várias diligências de António Oliveira Salazar, então presidente do Conselho de Ministros, que se indignou por terem prendido uma infanta portuguesa.

Jubileu de Diamante



Aos 85 anos, Isabel II é já a segunda monarca que mais tempo esteve à frente do trono britânico - só a sua trisavó, a rainha Vitória, a ultrapassa em longevidade, tendo conduzido os destinos do que era ainda então um império durante 63 anos. 

"O seu primeiro chefe de Governo foi Winston Churchill.


E o reinado de Isabel II não poderia ter começado de forma mais insólita. A princesa, então com 25 anos, estava num parque natural do Quénia quando, a 6 de Fevereiro de 1952, foi informada da morte súbita do pai, o rei Jorge VI. 

O seu primeiro acto foi decidir o nome pelo qual pretendia passar a usar. "Isabel, claro", respondeu a jovem monarca, a segunda da história britânica a usar aquele nome.

A BBC lembrou que a rainha não tem por hábito celebrar a data, já que coincide com a morte do pai, mas neste ano assinalará o aniversário com visitas a uma creche e um arquivo histórico na região de Norfolk.

Reportagem sobre a Exposição do Mundo Português

Para ajudar a visualizar o que demos na aula.

Colónia Penal do Tarrafal

No dia 23 de abril de 1936 era criada a Colónia Penal do Tarrafal, faz este ano 76 anos.

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