Não podemos esquecer..

Esta a forma singela que temos de assinalar este dia.

O Dia Internacional do Holocausto é uma data instituída pela Assembleia Geral das Nações Unidas, aprovada mediante a resolução 60/7, que designa a data 27 de Janeiro para a comemoração anual em memória das vítimas do Holocausto.

O dia 27 de janeiro foi escolhido, porque nesta data, em 1945, o exército soviético libertou o maior campo de extermínio nazi, localizado na Polónia (Auschwitz – Birkenau).

Os horrores da segunda guerra mundial deram lugar a um dos fundamentos da Carta dos Direitos Humanos, que menciona no artigo 2: “Toda pessoa tem todos os direitos e liberdades proclamados nesta Declaração, sem distinção alguma de raça, cor, sexo, idioma, religião, opinião política ou de qualquer outra índole, origem nacional ou social, posição económica, nascimento ou qualquer outra condição”.

O vídeo que se segue contém imagens chocantes..

Irena Sendler

Irena Sendler morreu em 2008, aos 98 anos. Vale a pena conhecer um pouquinho desta história de vida.

Oskar Schindler

Aristides de Sousa Mendes

Última foto de Anne Frank


E a contrastar com a última de Hitler aquela que se pensa ser a última fotografia de Anne Frank. Foi tirada no início de 1942 e surge na companhia da sua irmã, Margot. 
No dia 31 de Março de 1945, nove meses após a sua deportação e duas semanas antes da libertação,  Anne Frank morre de tifo no campo de concentração de Bergen-Belsen. 
O seu diário, guardado durante a guerra por Miep Gies, foi publicado pela primeira vez em 1947. O diário está atualmente traduzido em 68 línguas e é um dos livros mais lidos do mundo.

Última foto de Hitler


Esta é a última foto que se conhece de Hitler. Foi tirada aproximadamente 2 dias antes de morrer, enquanto avalia os estragos provocados pelas bombas à entrada do seu bunker, em Berlim.

Com a Alemanha em ruínas após seis anos de guerra e com a eminente derrota, Hitler decide suicidar-se, mas antes faz o seu testamento e casa-se com Eva Braun. No dia 30 de Abril de 1945, Eva Braun e Hitler suicidam-se.

Unicórnio

É por vezes nos piores momentos que o ser humano revela o seu melhor.

Aguarela Hitler


Esta aguarela foi pintada por Adolf Hitler em Beselare, uma vila situada em Zonnebeke, quando estava aquartelado nos arredores de Ypres durante a Primeira Guerra Mundial. Embora tivesse sido considerado não apto pelo exército austríaco devido à sua fraca força física, cinco meses após a eclosão da Primeira Guerra Mundial Hitler alistou-se num regimento de voluntários da Baviera, onde ocupou o posto de ordenança, ou mensageiro. Decorridos apenas dois meses da sua formação militar, esse regimento foi destacado para a Frente Ocidental, onde, em finais de Outubro de 1914, apenas 600 dos 3500 homens sobreviveriam à primeira Batalha de Ypres. Hitler foi ferido duas vezes durante a guerra. A primeira vez, em Outubro de 1916 foi atingido por um estilhaço durante a Batalha de Somme e ficou hospitalizado em Berlim por um período de 5 meses. Um ataque com gás mostarda na noite de 13 para 14 de 1918, deixou-o cego durante 3 meses. A 9 de Novembro, ainda no hospital, soube da abdicação forçada do imperador alemão Guilherme II, que se exilou na Holanda; este país tinha permanecido neutro durante a guerra e o imperador estava ligado por laços de parentesco à família real holandesa. Dois dias depois da abdicação, a 11 de Novembro de 1918, foi assinado o armistício, para consternação de Hitler. Mais tarde, Hitler explicou que foi nessa altura que decidiu fazer a sua entrada na cena política para "salvar a Alemanha".

Hitler Pintor

E aqui vai um lado menos conhecido de Adolf Hitler..o de pintor. Candidatou-se várias vezes à Academia de Belas Artes, e nunca foi aceite..assim..com esta carreira falhada deu início a uma outra cujos resultados tão bem ficámos a conhecer esta semana.

Deixo-vos aqui alguns exemplos do seu trabalho. A última pintura tivemos oportunidade de observar na Fundação Serralves, lembram-se.





Vinho de Bucelas



Com as Invasões Francesas (1808/1810) este vinho começou a ser conhecido internacionalmente. Wellington apreciava-o de tal maneira que o levou de presente ao então príncipe regente, mais tarde Jorge III de Inglaterra. Depois da Guerra Peninsular, este vinho tornou-se um hábito na corte Inglesa.
Esta região situa-se a 25 Km a norte de Lisboa, no vale do rio Trancão e foi demarcada por lei em 1911.

O MASSACRE DE ÉVORA (29 de Junho 1808)


Foi com as forças comandadas por Loison, o mítico “Maneta”, do qual derivará a expressão popular “ir pró maneta”, que se deram vários massacres indiscriminados, destacando-se o à cidade de Évora, a terceira do reino, pela violência que aqui se viveu. Esse dia fatídico, foi a 29 de Julho de 1808, na parte da tarde, no qual morreram cerca de mil pessoas, quer em combate, quer em posteriores execuções sumárias.
Junot entregou a Loison uma divisão de seis mil infantes e cinco esquadrões de Cavalaria, enquanto as forças que defendiam a cidade dispunham de poderosos meios de artilharia mas não totalizavam mais de dois mil homens.
A dificuldade para o inimigo foi a de passar a Porta de Alconchel, defendida pelos atiradores que guarneciam a desaparecida capela de Nossa Senhora da Ajuda, edificada sobre a referida porta. Durante uma hora a porta foi defendida, destacando-se a bravura dos monges do Convento dos Remédios.
A seguir, facilmente se deu a mortandade da população.
Escreve Frei Manuel do Cenáculo Villas Boas, então arcebispo da cidade:
“...no dia fatal de 29 de Julho fomos atacados pelo numeroso exercito de nove para dez mil homens francezes, commandados pelo general em chefe conde do Imperio, Loison, [...] Corri para a minha cathedral e no meio do confuso alarido, do estrondo dos canhões mandei propôr capitulação; [...] Então foi que elles á vista das minhas humilhações e supplicas deram indicios de que mudavam o parecer em que vinham [...]”
A cidade foi totalmente saqueada, perdendo-se o riquíssimo recheio das igrejas, tal como o próprio anel do arcebispo.
Na Catedral, foi hasteada a bandeira francesa na mais alta das três torres e Loison juntamente com os oficiais superiores ficaram nos aposentos do palácio arquiepiscopal.
Frei Manuel do Cenáculo Villas Boas teve um importante papel, pois evitou uma maior tragédia ao ter conseguido acalmar Loison.

Partiu-se o castanheiro centenário da casa de Anne Frank



Depois de várias tentativas para salvar o castanheiro descrito por Anne Frank no seu famoso diário, o mesmo acabou por ser derrubado na sequência de uma forte tempestade.
O castanheiro tinha 150 anos e foi um consolo para a adolescente judia que se escondeu durante dois anos num sótão de Amesterdão.Pelas janelas blindadas, o castanheiro era a única natureza que Anne Frank via durante o tempo em que esteve escondida".

Aqui fica uma passagem do diário:

"Nossa castanheira floresce de novo, está cheia de folhas e está muito mais bonita do que no ano passado".

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