As Linhas de Wellington


A propósito das Invasões Francesas assistimos ontem no cine teatro em Loulé, ao filme português " As linhas de Wellington", que no final teve a simpática presença da atriz Victória Guerra, que entre outros aspetos falou sobre a sua preparação para o papel. Aqui fica a sinopse do filme que aconselhamos todos a ver :) Em 27 de Setembro de 1810, as tropas francesas comandadas pelo marechal Massena, são derrotadas na Serra do Buçaco pelo exército anglo-português comandadas pelo general Wellington. 

Apesar da vitória, portugueses e ingleses retiram-se diante do inimigo, numericamente superior, com o objectivo de o atrair a Torres Vedras, onde Wellington mandou construir linhas fortificadas dificilmente transponíveis. Simultaneamente, o comando anglo-português organiza a evacuação de todo o território compreendido entre o campo de batalha e as linhas de Torres Vedras, numa gigantesca operação de terra queimada, que tolhe aos franceses toda a possibilidade de aprovisionamento local.

É este o pano de fundo das aventuras de uma série de personagens de todas as condições sociais – soldados e civis; homens, mulheres e crianças; jovens e velhos -, arrancados à sua rotina quotidiana pela guerra e lançados por montes e vales, entre povoações em ruína, florestas calcinadas, culturas devastadas. 

Perseguida encarniçadamente pelos franceses, atormentada por um clima inclemente, a massa dos foragidos continua a avançar cerrando os dentes, simplesmente para salvar a pele, ou com a vontade tenaz de resistir aos invasores e expulsa-los do país, ou ainda na esperança de tirar partido da desordem reinante para satisfazer os mais baixos instintos. 

Todos, quaisquer que sejam o seu carácter e as suas motivações – do jovem tenente idealista Pedro de Alencar, passando pela maliciosa inglesinha Clarissa Warren, ou pelo sombrio traficante Penabranca, até ao vindicativo sargento Francisco Xavier e à exuberante vivandeira Martírio -, convergem por diferentes caminhos para as linhas de Torres, onde o combate final deve decidir do destino de cada um.

Manuel Teixeira Gomes


No dia em que Manuel Teixeira Gomes faleceu (18 de outubro de 1941), partilho a notícia do Museu de Portimão no facebook com o último postal que enviou ao poeta e amigo João de Barros. Conforme referencia Manuela de Azevedo no livro "Cartas de Manuel Teixeira Gomes a João de Barros", a caligrafia deste postal, escrito em Bougie, no dia 1 de Julho daquele ano, atesta até onde chegara o estado da vista do escritor. 

 notícia retirada de:https://www.facebook.com/museudeportimao?fref=ts

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